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segunda-feira, 25 de julho de 2011
MORADOR DE RUA É INCENDIADO POR SEIS PMs
Seis policiais foram presos em flagrante na madrugada de 12 de julho em Taboão da Serra (SP) após atearem fogo ao corpo de um morador de rua. Ednaldo da Silva Lopes, de 24 anos, que teve 30% do corpo atingindo por queimaduras de primeiro e segundo gráus, disse em depoimento que os PMs depejaram tinta e álcool sobre ele e depois um deles passou o isqueiro perto de seu corpo e ele pegou fogo. Os acusados alegaram na Polícia Civil que só ofereceram cigarro e isqueiro a ele.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
QUERO ENCONTRAR PARENTES
Em 1986 eu conhecí um tio de meu pai. Com esse tio, conhecí meus primos: Alcione, Lionila, Débora e Elisângela. Ambos moravam no bairro Periquê-Açu em Ubatuba /SP. Essa turma são filhos do saudoso João e da Maria Alves da Cruz. Preciso que me ajudem a encontrá-los.
Em 1986, Eu trabalhei para o tio João no Camping Ubatur. O Alcione era muito meu amigo e a Débora, na época com dez anos, tambem. A gente ia muito à praia de Itamambuca. A minha prima Lionila era bem pequena. Nós temos parentes em Santos e São Vicente. O irmão do tio João tem um quiosque no Boqueirão em Santos. Ele se chama Pedro. Não sei se a Maria Alves é ou não viva.
Eu me encontro nos seguintes endereços: franciscooliveira2710@hotmail.com
Facebook FRANCISCO OLIVEIRA
Orkut franciscooliveira2710 e no twitter Francisco2710
Rua José Pedro Barreto, 499 - Centro
49300-000 - Tobias Barreto - Se.
79 9878 1759
79 8128 4419
79 9105 2352
Em 1986, Eu trabalhei para o tio João no Camping Ubatur. O Alcione era muito meu amigo e a Débora, na época com dez anos, tambem. A gente ia muito à praia de Itamambuca. A minha prima Lionila era bem pequena. Nós temos parentes em Santos e São Vicente. O irmão do tio João tem um quiosque no Boqueirão em Santos. Ele se chama Pedro. Não sei se a Maria Alves é ou não viva.
Eu me encontro nos seguintes endereços: franciscooliveira2710@hotmail.com
Facebook FRANCISCO OLIVEIRA
Orkut franciscooliveira2710 e no twitter Francisco2710
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E O MENINO ERA JESUS
Era uma vez um menino que perdeu seus pais em um acidente de trânsitoe foi viver na casa dos tios. Marcado pela tragédia, vivia com o coração partido e as lembranças mantinham acesa a chama da saudade. Na casa dos tios, ninguem percebia a dor que ele sentia. Tinham seus próprios problemas, a vida era difícil. Só o tio trabalhava e o salário que ganhava mal dava para os próprios filhos. Muitas vezes se sentiu um intruso e fingia não ouvir as reclamações que faziam por ter que sustentá-lo. Um dia, ele juntou a pouca roupa que tinha e fugiu do subúrbio para o centro da cidade. Ficou deslumbrado com os edifícios e o movimento de gente na rua, mas ao chegar a noite não tinha para onde ir. Passou a noite andando sem destino, adormeceu num banco de praça.
Acordou com o sol forte e a fome mais ainda. O jeito era pedir. Foi em várias lanchonetes, pediu a um e outro dos que passavam na rua, mas ninguem lhe deu atenção. À tarde, entrou num mercado e escondeu algumas coisas na bolsa. Tentou sair escondido, mas foi pego. Teve que devolver tudo e ainda levou uns cascudos.
Com fome e com medo, sozinho pelas ruas crescia nele o pensamento de que todos eram inimigos. Não havia em quem confiar. Pensou em voltar pra casa dos tios, mas não tinha como. Se arrependeu, se desesperou e a fome apertou. Dessesperado, ele entrou numa padaria, pegou um pão no balcão e saiu correndo enquanto ouvia os gritos de "pega ladrão". Correu tanto que quase desmaiou, mas comeu aquele pão como se fosse um herói na guerra da vida.
O tempo passou e ele foi personagem de muitas histórias: foi o vendedor em sinal, o lavador de carro, o guardador de automóveis, o carregador na feira... Tomava banho na praia, se vestia de trapos, dormia debaixo das marquises, em caixas de papelão.
Até que um homem olhou pra ele de maneira diferente, puxou assunto, ouviu suas histórias e chorou com ele. Aquele senhor preparou um quarto na casa em que morava, comprou roupas novas e conseguiu vaga na escola mais próxima. No Dia de Natal, ele e sua família foram buscar o menino na rua e o levaram para casa. Os olhos dele brilhavam. Ele agora tinha um lar e uma família.
Quando tirou a roupa suja, tomou um banho, vestiu a nova e entrou na sala onde a família o esperava, seu rosto brilhava com uma alegria que contagiou a todos. E, então, aquela casa se encheu de luz e as pessoas entenderam que o menino representava o Senhor Jesus. E não foi isso o que Ele fez aqui na terra, ajudando os seus semelhantes?
RECORDE DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
O Brasil teve 1.896 doações de órgãos no ano passado, novo recorde do País, segundo o Ministério da Saúde. Esse número representa uma média de 9,9 doadores para cada milhão de habitantes e um crescimentode 14% em relação a 2009. A razão para o crescimento foi um maior repasse de recursos e uma melhor organização do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Os estados de Santa Catarina e São Paulo têm média acima dos 20 doadores por milhão de habitantes, índice semelhante a de países como Espanha e Canadá. Em 2003, havia 893 doadores, o equivalente a 5 doadores para cada milhão de pessoas.
Acordou com o sol forte e a fome mais ainda. O jeito era pedir. Foi em várias lanchonetes, pediu a um e outro dos que passavam na rua, mas ninguem lhe deu atenção. À tarde, entrou num mercado e escondeu algumas coisas na bolsa. Tentou sair escondido, mas foi pego. Teve que devolver tudo e ainda levou uns cascudos.
Com fome e com medo, sozinho pelas ruas crescia nele o pensamento de que todos eram inimigos. Não havia em quem confiar. Pensou em voltar pra casa dos tios, mas não tinha como. Se arrependeu, se desesperou e a fome apertou. Dessesperado, ele entrou numa padaria, pegou um pão no balcão e saiu correndo enquanto ouvia os gritos de "pega ladrão". Correu tanto que quase desmaiou, mas comeu aquele pão como se fosse um herói na guerra da vida.
O tempo passou e ele foi personagem de muitas histórias: foi o vendedor em sinal, o lavador de carro, o guardador de automóveis, o carregador na feira... Tomava banho na praia, se vestia de trapos, dormia debaixo das marquises, em caixas de papelão.
Até que um homem olhou pra ele de maneira diferente, puxou assunto, ouviu suas histórias e chorou com ele. Aquele senhor preparou um quarto na casa em que morava, comprou roupas novas e conseguiu vaga na escola mais próxima. No Dia de Natal, ele e sua família foram buscar o menino na rua e o levaram para casa. Os olhos dele brilhavam. Ele agora tinha um lar e uma família.
Quando tirou a roupa suja, tomou um banho, vestiu a nova e entrou na sala onde a família o esperava, seu rosto brilhava com uma alegria que contagiou a todos. E, então, aquela casa se encheu de luz e as pessoas entenderam que o menino representava o Senhor Jesus. E não foi isso o que Ele fez aqui na terra, ajudando os seus semelhantes?
RECORDE DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
O Brasil teve 1.896 doações de órgãos no ano passado, novo recorde do País, segundo o Ministério da Saúde. Esse número representa uma média de 9,9 doadores para cada milhão de habitantes e um crescimentode 14% em relação a 2009. A razão para o crescimento foi um maior repasse de recursos e uma melhor organização do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Os estados de Santa Catarina e São Paulo têm média acima dos 20 doadores por milhão de habitantes, índice semelhante a de países como Espanha e Canadá. Em 2003, havia 893 doadores, o equivalente a 5 doadores para cada milhão de pessoas.
terça-feira, 5 de julho de 2011
COMO SURGIU O MOUSE?
O mouse é um dos componentes mais úteis para interagir com a tela do computador. Quem o inventou foi o norte-americano Douglas Engelbart. "O mouse e a interface gráfica dele foram inventados por ele na década de 1960, apresentados a cerca de mil pessoas em 1968 e depois disso engavetados. Cerca de 15 anos mais tarde, eles foram vendidos para a Apple", conta a instrutora de informática Aline Ferreira Abreu, da escola de informática Microcamp, em Campinas (sp). Muito diferente dos modelos que conhecemos hoje, o mouse no início era uma pequena caixa feita de madeira que tinha só um botão. O fio que o ligava ao computador parecia o rabo de um roedor e logo os pesquisadores apelidaram o objeto de mouse, rato em inglês.
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